google

sábado, 12 de fevereiro de 2011

OMS e indústrias farmacêuticas aplicam resto da vacina H1N1 em africanos



Denúncia!!! 

A organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu organizar várias campanhas de vacinação contra a gripe A em África, tendo já sido iniciadas no Togo e na Nigéria.
Estas campanhas são feitas com os donos de vacinas dos países da Europa e dos Estados Unidos, assim como de alguns laboratórios farmacêuticos. Generosidade desinteressada? 
Lembram-se? Logo em janeiro de 2010 surge a polémica das sobras de vacinas não utilizadas nos países desenvolvidos pela inexistência de epidemia e a sobreavaliação dos estoques. Pois bem, a maioria das vacinas tinham um prazo de validade que terminava no final de 2010. Era necessário desfazer-se desses milhões de doses.
Com efeito, tanto os governos, como os laboratórios não podem, assim sem mais nem menos, deitar para o lixo todas essas doses excedentárias, é necessário seguir vários protocolos rígidos e sobretudos com elevados custos. Então, num gesto "benemérito" essas entidades decidiram doar as vacinas excedentárias aos países africanos.
O transporte, armazenamento e os profissionais de saúde para administrar essas vacinas tem um custo, esse custo é em grande parte suportado pelos próprios países africanos a braços com problemas sanitários muito mais urgentes.
Mas como dizia um representante da OMS: "quando temos dons disponíveis, temos de os utilizar". É verdade, mesmo quando as populações em questão não os pediram e se vêem forçadas a os utilizar. 
Os países africanos têm prioridades sanitárias graves, como o paludismo e o continente africano foi dos poucos que não foi atingido pela "pandemia" de gripe A, apenas se registaram alguns casos mais numerosos na África do Sul e com fraca mortalidade. 
Aliás, não foi a própria OMS que declarou no dia 10 de agosto de 2010 que a pandemia tinha acabado? Então porquê vacinar países onde não foi registada a doença? A OMS responde que "ainda pode existir algum risco, sobretudo nos países africanos onde as populações são mais frágeis"!  
Será lícito, que para despachar, a menor custo, o excedente de vacinas, obrigamos uma população inteira a uma vacinação sem a avaliação da sua pertinência e dos seus riscos? Mais uma vez chegamos à conclusão que os países do hemisfério norte continuam a encarar o continente africano como o seu caixote de lixo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Casos de narcolepsia em crianças vacinadas "contra" H1N1 " preocupam" OMS



http://gaetanpelletier.files.wordpress.com/2009/10/h1n1dees-needles.jpgGenebra – O aumento de número de casos de crianças vítimas de narcolepsia depois de serem vacinadas contra o vírus da Gripe A, levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a intensificar as investigações para determinar a relação exacta entre os casos da doença e a vacinação contra a gripe, tanto com a vacina Pandermix ou com outra.
De acordo com informação avançada pela OMS, desde Agosto do ano passado, registaram-se casos de narcolepsia em 12 países em crianças e adolescentes que tinham sido vacinados contra a gripe A, mais especificamente com a vacina Pandemrix.
Os casos foram mais frequentes na Suécia, Finlândia e Islândia, segundo a organização, que fez o anúncio uma semana depois das autoridades finlandesas terem revelado suspeitas de que a vacina Pandemrix do laboratório GlaxoSmithKline (GSK) teria contribuído para a multiplicação súbita de casos de narcolepsia entre crianças e adolescentes do país em 2009 e 2010.
Segundo o estudo finlandês, entre 2009 e 2010, foram diagnosticados 60 casos de narcolepsia entre crianças e adolescentes finlandeses, com idades entre os 4 e os 19 anos. Deste total, quase 90% tinham sido vacinados com a Pandemrix. Esta conclusão levou as autoridades sanitárias finlandesas a interromper a utilização desta vacina de forma preventiva até determinar os eventuais efeitos secundários
No entanto, apesar das suspeitas, a OMS anunciou que a Pandemrix continua na lista das vacinas a serem administradas contra o H1N1. Assim como em Portugal a Direcção Geral de Saúde também mantém a recomendação de vacinação. «Uma vez que a associação entre a vacina Pandemrix e a narcolepsia não está provada e que o benefício de vacinação é superior ao risco de adquirir narcolepsia, a DGS mantém as Orientações de vacinação para a época gripal 2010/2011», refere, em comunicado a DGS.
A narcolepsia é um distúrbio que se caracteriza por acessos súbitos e irresistíveis de sono profundo, que podem acontecer a qualquer momento, em qualquer situação. Jornal Digital

Zombificar ainda mais a população!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ovni em Jerusalém: Mais uma mentira descarada para a elite zombar do povo



A parte superior dessa carta do jogo illuminati diz: “ Eu menti”. Sim! Em muitas vezes para estabelecer a nova ordem mundial isso é necessário.
Um vídeo sobre o suposto ufo em  Jerusalém conseguiu em poucos dias mais de 3 milhões de acessos no yotube. Isso mostra o poder do boato . Abaixo segue um texto de uma revista que fala sobre UFOS desmascarando a farsa:
“Ao estabilizar o vídeo, a primeira coisa que você nota é a falta de luzes, luzes em movimento, ou luzes cintilantes. Exceto para o UFO. Isso é porque não é um vídeo, é apenas uma figura! É muito mais fácil adicionar fakes para fotos que para vídeos.
Agora atente quando a câmera dá o zoom dentro. Percebeu isso? Vê todas as linhas? Todos os quadrados? As linhas são as pequenas lacunas que existem em cada pixel quadrado de um LCD ou um monitor de computador.
Se você tem uma visão da tela LCD, olhe-a de perto. Se não, aqui é uma comparação da ATS na minha tela LCD. Imagem em linha reta a partir do vídeo.
Assim, todo o vídeo foi filmado olhando para uma tela de LCD.
Mas por que a câmera parece que estava procurando alguma coisa? Por que a câmera balança tanto? Para fazer você pensar que o vídeo era real. Para adicionar o efeito dramático. E enganou você.
E quanto a todas aquelas pessoas que se ouve no fundo? Todas aquelas pessoas olhando para uma tela de LDC? Não. Os sons se uniam a partir de fontes diferentes para o efeito lhe fazer acreditar que havia testemunhas. Não havia nada! Ouça atentamente o áudio. A mudança imediata do som? Encontraremos nove pontos, com efeitos sonoros completamente diferentes, mas foram exageradamente cortados e esmagado junto.
Devemos mencionar também os flashes. O primeiro vídeo tinha falsos flashes e o segundo flashes falsos [Ironizando mesmo]. Mas o que aconteceu com os flashes falsos sobre o terceiro vídeo? É uma farsa!”
Os ufos na nova ordem mundial (tanto a illuminati como a de Baha’u’llah ) tem a função de explicar cientificamente em um  futuro  bem próximo o arrebatamento dos cristãos. Por isso, a importância de manter a chama do mito sempre acesa.
APRENDA A FAZER UM UFO EM CASA
Você mesmo pode ter o seu ufo em casa. Veja como é fácil:
Material: Câmera fotográfica digital e um controle remoto de TV.
Procure um lugar escuro, ou feche as janelas do quarto e ligue sua câmera digital. Em seguida, aperte o controle remoto. Você verá um pontinho branco ou de outra cor na tela da câmera. Não esqueça de balançar a câmera em quanto filma e dizer: “ Oh! My god!!!!”. Isso causará  impacto quando for  colocar seu UFO no youtube.
Leia a matéria sobre essa farsa do ufo em :
Você ainda acredita em Ovnis? Esqueça! Eles são uma grande farsa arquitetada pela Elite Illuminati. Clique aqui para saber mais.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

FAO-Illuminati e ecofascistas recomendam: Coma insetos para "salvar" o planeta



Rango de ecofascistaNão há limites para o ridículo quando o objetivo é impulsionar a derrocada civilizacional por meio da estratégia "verde".
O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insetos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO (A mesma organização que promove o criminoso Codex Alimentarius - veja mais sobre ele aqui).
Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insetos nauseabundos estão no cerne de uma "dieta saudável, barata e ecológica", cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome. 
Para o ativista holandês uma das grandes vantagens dessa sub-alimentação é que "ajuda a reduzir o aquecimento global", noticiou "El Mercurio", de Santiago de Chile. Desde já, esta fórmula talismânica garantiu notoriedade midiática ao promotor.
O professor de entomologia tropical somou-se a cruzada para "cambiar os hábitos tradicionais de alimentação e introduzir os insetos na dieta ocidental", banidos após séculos de civilização.
Para van Huis, esses insetos seriam por excelência um alimento "verde" que solucionaria a "crise" alimentar no mundo, a pretensa diminuição dos recursos naturais e a cada vez mais refutada mudança climática.
Van Huis não está só. Junto com uma equipe voltou à carga contra a agropecuária, ao comparar as emissões de gases estufa por parte do gado e dos insetos.
Os resultados, a priori previstos, acabaram dando que criar insetos gera dez vezes menos gases causadores do aquecimento global. A crítica volta-se não apenas contra os bovinos, mas também suínos e as aves.
A equipe defende uma evidência: é mais fácil e barato criar insetos. Aliás, é só ver quando chega a praga. Na procura de qualquer argumento, o estudo destaca que os insetos consomem menos água ‒ para a "religião verde" a água doce está em perigo de acabar ‒ que os quadrúpedes e os galináceos.
O holandês promove a escola de gastronomia "Rijn IJssel" que elabora receitas para engolir com aparências de gostoso minhocas, grilos e escaravelhos. Em conferencia pública na Universidade de Wageningen, defendeu diante do auditório que o "único necessário para salvar a selva, melhorar a qualidade da dieta e a saúde, reduzir as emissões de CO2 e gastar menos dinheiro em alimentação é simplesmente comer insetos".
A FAO, organização da ONU para lutar contra a fome se diz preocupada pelo aquecimento global e o aumento da área dedicada à criação do gado, e se propôs trabalhar para reduzir o consumo de carne mundial.
Para esse efeito, promoveu na Tailândia em 2009 um encontro nesse sentido e o professor van Huis é nada mais e nada menos que o relator de um dos projetos combinados naquela ocasião: comer insetos, revelou "The Guardian".
Van Huis reproduz a vulgata da "religião verde" e conclui o dogma bem conhecido segundo o qual a Terra não poderá mais alimentar os homens se estes continuam tendo filhos e consumindo nos níveis atuais.
Historicamente o consumo de insetos é caraterístico de povos e tribos degradadas. Em certos contextos, tem uma conotação supersticiosa, ligada a crenças primitivas sobre poderes mágicos ou divinos de animais até venenosos e danosos, como escorpiões e cobras.
Em países que a implantação rápida da utopia socialista gerou, como é de praxe nesses casos, espantosas fomes, a ingestão de animais repugnantes significou a salvação para os desesperados.
Em alguma proporção esses hábitos alimentares repulsivos ainda perduram em países como a China ou o Camboja, misturados com superstições pagãs imemoriais. 

A proposta da FAO é reveladora do fundo do falso ambientalismo catastrofista: degradar os povos civilizados e precipitá-los nos horrores do primitivismo e do socialismo.