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quarta-feira, 22 de junho de 2011

SERÁ 2011?



 O ANO DA FALÊNCIA FINAL? GRÉCIA É SÓ O COMEÇO DA QUEBRADEIRA.



Será 2011, o ano da grande falência mundial final?
O que dizemos da Europa? Grécia, Portugal e Irlanda falidos, Espanha afundada no desemprego, Bélgica afogada nas dívidas e 1 ano sem governo, Reino Unido com cofres vazios, e a Itália, Alemanha, França? Além disto, os EUA em contagem regressiva para o seu funeral... O Japão, arrasado pelos Tsumanis e acidentes nucleares, demorará pelo menos uns 50 anos para ser o país de antes... E não podemos nos esquecer do nosso Brasil, a próxima bolha a estourar, por causa da dívida pública que Lula nos deixou, pois enganou o povo, pagando apenas o FMI, mas nos deixando na mão dos banqueiros... 
O que você iria fazer, se soubesse que de um dia para o outro seu dinheiro não teria valor algum?
Inteligentes são os chineses, que abarrotaram seus cofres com ouro... Por que será?
E ainda... Apenas citei os problemas econômicos... E as guerras, catástrofes e etc?
Uma Nova Ordem Mundial seria a solução? É isso que eles querem... É a ordem através do caos...
Prepare-se!
A crise grega está em banho-maria, depois da última intervenção do FMI no ano passado. A Grécia não consegue sair do vermelho e do sufoco, pura e simplesmente não consegue dar a volta. Mais uma vez, a Grécia está com a corda ao pescoço, as expectativas dos investidores poderão sair goradas, visto que quem dá as cartas já não é a UE, o BCE, a Europa ou os gregos, mas sim os mercados, que jogam com a especulação.
Meu Deus, que disparate, não são os mercados, são as agências de rating, que são americanas e que ditam as leis, proferidas pelo sistema financeiro e por alguns estranhos, a este jogo europeu.
Agora será legitimo criar expectativas aos portugueses e aos irlandeses quando as regras do jogo poderão estar definitivamente viciadas?
A Grécia está bem perto da insolvência e a UE perto dum Hara Kiri fatal…
Só que os gregos, não são portugueses ou irlandeses, saíram para a rua, para desespero dos restantes europeus. Hoje cercaram o Parlamento onde estão a ser discutidas mais medidas. Não sei como vai acabar a noite em Atenas.
Hoje mesmo, o Reino Unido veio pedir a insolvência da Grécia. Mas, que estranha moralidade, a britânica, e o que dizer há uns meses atrás, quando o Chanceler do Tesouro encontrou os cofres vazios?
Não entendo outra coisa, como pode a Bélgica sobreviver à crise, quando está sem governo há mais de um ano e quando a dívida soberana belga ultrapassa a portuguesa e se eleva a 131%?
Será legitimo tudo isso?
Por outro lado, não consigo entender a posição da Alemanha e da França e dos bancos destes países, que tem lá tanto dinheiro empatado, porque motivo não emprestam o dinheiro aos gregos?
Está bom de ver se os gregos forem para o charco, os alemães e os franceses vão em suite especial.
Afinal pouco significamos para os nossos parceiros europeus. Portugal, Grécia e Irlanda representam só 2% destes.
Ou será que não nos contaram tudo?
Ouvi dizer que o BCE está enterrado na Grécia…
Creio que se a Grécia cair, não é só Portugal e a Irlanda que vão para o charco, a Alemanha e a França, são os primeiros a irem de vela, pois tem, lá muito dinheiro empatado (reafirmo esta ideia, que o Profº Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de frisar no último Domingo).
Estranha Solidariedade Europeia, com amigos destes mais vale cada um ir à sua vida.
Outras leituras:
Isto para não falarmos dos States:

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Os primeiros passos para a 3ª Guerra Mundial

Os primeiros passos para a 3ª Guerra Mundial podem estar sendo dados nesse momento com várias tropas espalhadas pelo Oriente Médio, Ásia e Norte da Africa. 
Em breve, a Administração Obama prepara-se para lançar uma guerra terrestre total na Líbia, enquanto expande os ataques levados a cabo com drones no interior do Iémen e no Paquistão.
Foram detectados navios de guerra dos EUA em movimentação para a costa mediterrânica da Síria, precisamente em linha com as previsões de que o Grupo Bilderberg pretende lançar uma maciça nova guerra no Oriente Médio, sendo a Síria o seu alvo principal.
Segundo o Infowars, citando fontes militares em Forte Hood que nos dizem que as tropas estão sendo preparadas para uma invasão terrestre em larga escala na costa líbia a ter lugar em Outubro, em simultâneo a administração Obama está considerando, abrir outra frente de guerra, movendo o USS Bataan navio transportador, com meios anfíbios, 2000 marines, 6 aviões de guerra, e 15 helicópteros de ataque para um local perto da costa da Síria.
"Uma grande quantidade de unidades de intercepção de mísseis navais estão a ser preparados por Washington para a contingência de Irão, Síria e o Hezbollah atacarem com mísseis de superfície alvos dos EUA e Israel, em caso de intervenção militar dos EUA ,para impedir uma futura operação em curso na Síria ", relata DEBKAfile.
Outra indicação dá conta que os EUA estão planeando uma intervenção na Síria, tendo o Hezbollah mudado os seus foguetes do norte do Líbano para áreas no centro do país, sob advertência da inteligência iraniana para mover o armamento "fora do alcance de uma possível operação americana na Síria.
Alerta ainda, o repórter veterano Jim Tucker, com conhecimento doutras fontes, que os poderosos Bilderberg Group estavam planeando uma nova guerra gigantesca no Médio Oriente.
Na passada segunda-feira, o jornalista Adrian Salbuchi (Russia Today) afirmou peremptoriamente que existe uma "agenda oculta" de Bilderberg, em relação à Síria, que seria tornada clara após a conferência do grupo em St. Moritz, na Suíça.
Organizações de direitos humanos da Síria dizem que cerca de 1.300 civis foram mortos desde o início do levantamento popular de Março contra o presidente Bashar Assad. Cerca de 300 soldados e policiais também foram mortos. Milhares de sírios fugiram da cidade de al-Maarat Numaan ontem com tropas do governo e tanques no seu encalço para o norte, em direcção à fronteira com a Turquia.
O complexo militar-industrial norte-americano tem exigido sob a égide da "intervenção humanitária" da ONU, uma intervenção armada naquele país. No entanto, os manifestantes no Bahrein e Arábia Saudita têm sido vítimas da repressão do governo da mesma forma brutal e os EUA têm feito vista grossa, revelando dois pesos e duas medidas.
Apesar da crise, como pode a administração Obama envolver os Estados Unidos em mais uma guerra, enquanto está envolvido em duas ocupações principais (Iraque e Afeganistão), e numa série de outros conflitos regionais?
Enquanto isso, as agências de ratings voltam a alertar o país que está prestes a perder o seu status, devido a problemas de dívida intransponível. (Lembram-se da Conspiração Octopus?)
Como é possível?
Mais um mistério.
Então para umas coisas há dinheiro para outras não?
Ou será que estamos já em plena III Guerra Mundial?
 

sábado, 18 de junho de 2011

LÍBIA: O OUTRO LADO DA NOTÍCIA.


 O QUE A MÍDIA MANIPULADORA NUNCA IRÁ MOSTRAR


Para justificar a intervenção americana na Líbia, Kadhafi é mostrado como sendo ditador sanguinário do qual a sua população, mergulhada na pobreza,necessita ser protegida. A realidade é bem diferente.
Após a independência da Líbia em 1951, o Reino Unido colocou no poder o rei Idris, este foi derrubado por Kadhafi em 1969. Nessa altura, a Líbia era um dos países mais pobres do mundo, com uma literacia abaixo dos 10%. Esta é agora de 90%, a mais elevada de África.

Alguns dados retirados do relatório da ONU em 2007:

    - A líbia tem o maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África ;
  •    - O ensino é gratuito até à Universidade;
  •    - 10% dos alunos universitários estudam na Europa, EUA, etc... e com tudo pago;
       - Ao casar, o casal recebe até 50.000 US$ para adquirir seus bens;
    -  O sistema de saúde é gratuito, e rivaliza com os europeus. Equipamentos de última geração, etc...;  
    -  Existem empréstimos feitos pelo Banco estatal sem juros; 
    - Foi inaugurado em 2007, o maior sistema de irrigação do mundo, que tem vindo a conquistar o deserto (95% da Líbia) destinado à produção de alimentos.
Porque é que os americanos tomam conta da Líbia?
Três motivos principais: 
1 - Possuir o seu petróleo, de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;
2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controle da NATO. Só falta agora a Síria;
        3 - E, provàvelmente, um dos maiores motivos, é que o Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema mundial Financeiro.

 As suas reservas de toneladas de ouro, dão cobertura ao valor da moeda, o dinar, e permite ficar imune às flutuações do dólar.  O sistema financeiro internacional ficou preocupado com Kaddafi, por ter apresentado e  quase conseguido, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.

Bombardeamentos... Humanitários???
 1 - A OTAN comandada pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis que são capazes de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estrutura de água, esgoto, gás e luz estão sèriamente danificados;

 2 - As bombas usadas contem DU (Uranio depletado) tempo de vida 3 bilhões de ano (causa cancro e deformações genéticas);   

3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicológicamente por causa das explosões;

 4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da OTAN, principalmente as crianças sofrem com a falta de remédios e alimentos;

 5 - A água está imprópria para consumo em grande parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;

 6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia,  deixam o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egipto. Muitas vão para o deserto sem abrigo, sem água e sem comida;

 7 - Mesmo que o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: sobretudo água e comida. A população da Líbia era de 6,5 milhões de habitantes.
Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia.

Dados retirados e traduzidos do texto:
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=24389

sexta-feira, 17 de junho de 2011

URGENTE:


 ONU ESTÁ PRONTA PARA APROVAR DECLARAÇÃO GAYZISTA DE “DIREITOS HUMANOS” SOB PRESSÃO DO GOVERNO DE OBAMA.


Por Júlio Severo
O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas está, conforme disse uma reportagem da Associated Press, à beira de aprovar uma declaração gayzista de “direitos humanos” que tem sido promovida pelo governo do presidente americano Barrack Obama.
A resolução sobre “direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero” denuncia a “discriminação” contra homossexuais. A declaração também insinua que as tradicionais declarações de direitos humanos, que não mencionam orientação sexual ou “identidade de gênero”, também se aplicam à orientação sexual.
A declaração expressa “grave preocupação com atos de violência e discriminação, em todas as regiões do mundo, cometidos contra indivíduos por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero”. A declaração também cita uma resolução anterior da Assembleia Geral da ONU com a finalidade de que “o Conselho de Direitos Humanos seja responsável pela promoção do respeito universal à proteção de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de qualquer tipo e de forma justa e igual”.
A declaração então pede ao Alto Comissário de Direitos Humanos que “comissione um estudo que seja concluído até dezembro de 2011, para documentar leis discriminatórias e costumes e atos de violência contra indivíduos com base na sua orientação sexual e identidade de gênero, em todas as regiões do mundo, e como as leis internacionais de direitos humanos podem ser usadas para acabar com a violência e violações relacionadas de direitos humanos com base na orientação sexual e identidade de gênero”.
Em sua reportagem a Associated Press diz: “As autoridades do governo de Obama acreditam que têm o apoio da maioria no Conselho de Direitos Humanos em Genebra para aprovar a resolução, que seria a primeira declaração nesse sentido a ser aprovada numa votação da ONU”. A votação decisiva será realizada amanhã (17 de junho), de acordo com a mesma agência de notícias.
Informações de contato:
Cédric Sapey
Public Information Officer, Human Rights council
Tel: +41 (0) 22 917 96 57
Email: csapey@ohchr.org
Para fazer contato com a missão diplomática do seu país na ONU, clique aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Comentário de Julio Severo: Obama não é o primeiro presidente a introduzir uma resolução gayzista na ONU. O primeiro presidente a fazer isso foi Lula. A diferença é que Obama tem muito mais poder e pressão do que Lula. Desde que Lula se tornou presidente em 2003, eu denunciei publicamente, tanto no Brasil quanto no exterior, que ele usou o Brasil para ser o primeiro país a apresentar na ONU uma resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Mas a oposição do Vaticano e dos países muçulmanos deteve a loucura de Lula. Entretanto, Obama retomou a luta de Lula, tentando aprovar na ONU o mesmo tipo de resolução pioneira. Obama está usando todo o peso do governo americano para impor essa agenda no mundo. Se a resolução de Obama for aprovada em 17 de junho, o sonho de Lula terá sido realizado. Para entender a luta gayzista que Lula teve na ONU, veja as antigas denúncias do ativista Júlio Severo.: